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Inadimplência em Condomínios Imprimir E-mail

Se existe um temor que aflige tanto quanto condóminos Síndicos e administradores, é a inadimplência. Por causa dela, são projetos parados, há brigas entre moradores eo líder do condomínio tem trabalho dobrado para Manter as contas em dia sem maiores Prejuízos a todos. Porém, existem formas de amenizar o problema, sem que haja grandes Prejuízos morais e financeiros.

Na capital paulista por exemplo, dos quase 20% não paulistanos pagam uma taxa de condomínio em dia. Esse é o resultado de uma pesquisa feita com 1,100 prédios gerenciados por uma administradora paulistana em 2009. Dos 656,1 mil boletos Emitidos pela empresa no período, 80,01% foram pagos na data correta.

O levantamento mostrou ainda que 10,54% dos devedores acertam o débito dentro de 30 dias após o vencimento do documento. Os condóminos que pagam uma taxa com atraso entre 31 e 60 dias somaram 5,38% do total. Os sem pagar que permaneceram após esse prazo inadimplentes - Considerados - foram 4,08%.


Adriana De Biasi, advogada especializada em Direito Imobiliário e Condominal, diz que o primeiro passo para se resolver uma questão é identificar o tipo de inadimplente. "Temos por exemplo, o inadimplente temporário, que por razões de doença ou desemprego não consegue Cumprir com o pagamento. O pior é contumaz O DEVEDOR, aquele que está sempre devendo, não paga nunca, faz acordo e não cumpre, quita uma dívida somente quando vende o apartamento ou é executado. DEVEDOR Este, além de não se importar com os demais condóminos, acaba por Gerar grandes problemas ao condomínio ", explica.

No caso temporário do inadimplente, o ideal é que uma taxa tão logo deixe de ser paga, o morador entre em contato com o síndico. "O morador nessa situação DEVE procurar o mais rápido possível o síndico ea administradora para explicar sua situação e expressar sua vontade de pagar, de preferência por escrito. Dessa forma uma administração saberá o motivo daquela inadimplência ", afirma o síndico profissional e Consultor de Condomínios, Maurício Jovino.

Já os permanentes são um caso à parte, pois são os que realmente dão prejuízo ao condomínio. Estes Devem sim ser cobrados pelos administradores. "A cobrança amigável ainda é a mais rápida e com menos custos para ambas as partes, então, tentar fazer um acordo é sempre uma boa saída", completa Jovino salienta, que uma Necessidade do acompanhamento jurídico das cobranças.

Direitos dos inadimplentes
De qualquer modo, é Necessário ser cauteloso quanto ao tratamento dado ao morador com parcelas em atraso. "Morador inadimplente não pode ser rechaçado, nem excluído e passar por situações vexatórias, humilhantes ou sofrer perseguições por parte de quem quer que seja dentro do condomínio", afirma Biasi.

No entanto, o inadimplente não pode votar e nem nas assembleias ser votado, mas pode participar com críticas, sugestões e opiniões. Nunca ser excluído.

Do mesmo modo, ser proibido de usar as áreas comuns, como playgrounds e piscinas, não é recomendado, visto que pode Gerar mais Conflitos, desestimulando o morador um quitar sua dívida, assim como ter o nome exposto em elevadores e quadros de aviso.

Por outro lado, existem Punições legais que chegam até à perda do imóvel, por meio de leilão que o condomínio pode realizar para quitar as dívidas, muitas vezes o morador e desconhece a lei.

"Algumas pessoas condomínios não pagam e tem informações equivocadas, como se não pudessem perder seu imóvel, crianças por terem menores que ou em casa como dívidas de condomínio prescrevem em cinco anos. Nada disso procede ", diz Maurício Jovino.

No final do ano passado, porém, o volume de ações de despejo por falta de pagamento de aluguel registrou queda de 6,63% em novembro em relação a outubro em São Paulo (SP), de acordo com levantamento divulgado pelo Fórum de Justiça de São Paulo e pela administradora de condomínios Hubert.

Essa, no entanto, não é uma tendência. O Indicador Serasa de Perspectiva da Experian Inadimplência do Consumidor subiu 0,4% em outubro de 2009, o segundo mês consecutivo de elevação, após nove meses de queda. Segundo os especialistas do Instituto, isto significa, na teoria, que a atual trajetória de queda da inadimplência dos consumidores Deverá desacelerar ou até mesmo ser interrompida antes do final do primeiro semestre de 2010.

 
 
 
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